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Acusada de matar homem e queimar corpo é presa em escritório de advogado; comparsa segue foragido


A foragida Ana Cláudia Mesquita de Almeida, 34 anos, foi localizada e presa preventivamente na manhã desta sexta-feira (2), por policiais da Delegacia de Homicídios de Porto Velho. Ela é acusada de matar e queimar o corpo de Alisson Cunha Gonçalves, 28 anos, em uma fogueira feita nos fundos de uma residência, localizada Rua Mané Garrincha, Bairro Socialista, na Zona Leste de Porto Velho. O crime aconteceu na noite do dia 1 de outubro de 2020.

Durante as investigações os policiais descobriram que além de Taise Cristina da Silva, 23 anos, que foi presa no dia 15 de outubro de 2020, e Harisson Pinheiro Lobo, que está sendo procurado pela Polícia, Ana Cláudia também tem participação na morte de Alisson. Todos tiveram a prisão preventiva decretada pela justiça.

Após ser decretada a prisão dos acusados, Ana Cláudia não foi localizada e foi considerada foragida. Nesta manhã, os policiais conseguiram localizar e prender a criminosa quando participava de uma audiência referente ao assassinato de Alisson.

Ela foi presa no escritório de seu advogado, no Bairro Nossas Senhora das Graças.
Segundo o delegado André Tiziano, os investigadores apuraram que o assassinato está relacionado com vingança. No mesmo local onde aconteceu o crime, no dia anterior, o morador da casa foi preso pela Polícia Militar porque era foragido. Essas pessoas que estavam junto com esse foragido, acreditaram que a prisão dele teria sido por causa de denúncia feita por Alisson.

No dia seguinte, os três criminosos armaram um plano para matar a vítima e ocultar o cadáver, segundo a Polícia. Após executar Alisson, o trio jogou o corpo de Alisson na fogueira e passou a alimentar o fogo por horas, com pedaços de madeira e pneus para que pudesse queimar totalmente o corpo do jovem.

Agora, os investigadores da Delegacia de Homicídios trabalham para localizar e prender Harisson Pinheiro Lobo.

Qualquer informação sobre o paradeiro da dupla pode ser repassada através do 197 da Polícia Civil ou 190 da Polícia Militar.


Fonte: Rondoniagora

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